Sexta-feira, 24 de Março de 2006
Nova lei - Informação de suspeita de corrupção

      Sem levantar suspeitas, o que vamos obter com a presumível nova lei, de que qualquer pessoa pode ( e deve), encaminhar informação para os orgãos competentes, para a investigação e posterior resolução, ou não, caso não se verifique que o crime exista.

Entretanto vamos produzir uma "enxurrada" de denúncias que mais não serão que caça às bruxas, oportunismos em relação ao sistema e fazer política barata, enfim, entupiremos os canais de informação e os profissionais que devem tratar do assunto ficam entretidos a verificar provas de tudo e de nada, ficando, involuntariamente, algum caso sério camuflado ou encoberto, até mais ver (ou denunciar).

Mas na certa que se irão produzir alguns frutos positivos quanto á moralização do sistema, porque se efectivamente, entendermos que muita da corrupção é paga por nós, entendemos que poderemos beneficiar com, pelo menos o control da situação, e como medida terapeutica,criar sistemas que visem à criação de uma cultura diferente, porque acabar com a dita cuja é uma outra história.


 



publicado por JC às 13:15
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Sábado, 18 de Fevereiro de 2006
Vila Franca de Xira -Recortes de imprensa

http://pressxira.blogs.sapo.pt/


Por entender que é importante, que devemos estar informados, decidi criar um espaço, sem pretenções, mas de cariz de serviço público, sobretudo para aqueles aquem falta o tempo para procurar outras fontes de informação/divulgação da nossa cidade vila.


publicado por JC às 23:08
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Informações Úteis aos alunos do Secundário e aos alunos Universitários
… Olá Bloguista.
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Informações Úteis aos alunos do Secundário e aos alunos Universitários das CLASSES SOCIAIS Média, Média-Alta, Alta e Ricos.
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Sabiam que:
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*** EM CADA DOIS (2) ALUNOS UNIVERSITÁRIOS UM (1) NÃO ACABARÁ O CURSO !?!?!?!?!?!?!?!?!
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Nota: Em ENGENHARIA É MUITO PIOR. Em cada quatro (4) alunos universitários três (3) não acabarão o Curso !?!?!?!?!?!?!?!?!
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Ou seja. Dos alunos que entram nas Universidades e Politécnicos (Públicas ou Privadas) cinquenta por cento (50%) – não chega – a acabar o curso. A maior parte desiste nos 3 primeiros anos do Curso.
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No total Duzentos e Vinte e Cinco Mil (225.000) alunos não terminarão o Curso. Logo Dinheiro do Estado e dinheiro das Famílias deitados ao lixo todos os anos (Mais de Quatro Mil e Quinhentos Milhões (4.500.000.000) de Euros anuais).
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Nota Importante: Não se preocupem com os Pobres. Porquê?!?! Porque nas Universidades e Politécnicos (Públicos e Privados) há:
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- Um por Cento (1%) de Pobres;
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- Sete por Cento (7%) de Classe Média-BAIXA.
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- Noventa e Dois por Cento (92%) de Classes Média, Média-Alta, Alta e Ricos. E são estes quem se lixa!!! Abram os Olhos!
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*** Um Curso de cinco (5) anos é feito, em média, em oito (8) ou nove (9) anos!
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Quem não se acreditar nestas Informações:
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Perguntem às Associações de Estudantes, aos Administradores dos Serviços de Acção Social, aos Reitores e aos Presidentes das Universidades e Institutos Politécnicos, tanto Públicos como Não-Públicos.
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SOLUÇÕES SIMPLES:
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i -- Fechem todas as Universidades e Institutos Politécnicos durante cinco (5) anos e ABRAM ESCOLAS SECUNDÁRIAS TÉCNICO PROFISSIONAIS COM ACESSO À UNIVERSIDADE.;
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In “Livro aconselhado às Escolas Técnico Profissionais com acesso ao Ensino Superior”, http://eunaodesisto.blogs.sapo.pt/arquivo/2005_12.html#893945
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E/OU ENTÃO,
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ii -- AUMENTEM AS PROPINAS, anualmente, para CINCO (5) VEZES o SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL (nos Institutos Politécnicos Públicos e nas Universidades Públicas).
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Prova dos Nove contra os Aldrabões e Aldrabonas e a sua “Ladainha dos Pobrezinhos”:
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Ver: “Alunos COM POSSES têm mais hipóteses no ENSINO (superior) PÚ-BLI-CO”, http://jn.sapo.pt/2004/08/22/sociedade/ha_portugal_cultura_facilitismo.html.
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PROPOSTA DE MELHORIA:
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Que a maior parte dos COLÉGIOS deixe de ministrar o Ensino GERAL (+/- igual a Palha com notas inflacionadas) e passe a ministrar o Ensino TÉCNICO-PROFISSIONAL. Com acesso ao Ensino Superior. É lógico!
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OFERTA PELA DIVULGAÇÃO DESTE DOCUMENTO:
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TODOS os Alunos PODEM E - DEVEM – Candidatar-se / Concorrer TODOS os anos à BOLSA DE ESTUDO nas Universidades e Institutos Politécnicos (Públicos e Não Públicos):
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"Oh ALUNOS Portugueses III" - SUBSÍDIO ESCOLAR e BOLSA DE ESTUDO , 30 Abril de 2004 em http://eunaodesisto.blogs.sapo.pt/arquivo/2004_04.html#128423
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José da Silva Maurício
(devidamente identificado)


publicado por JC às 23:02
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Segunda-feira, 4 de Julho de 2005
NOVA RÁDIO , em Lisboa? E a identidade de Vila Franca?
Depois de uma longa ausência reparei que era emitida apartir de Vila Franca uma nova rádio que, diz ser de Lisboa... Reparei que é a frequencia da antiga Ateneu (ou será efectivamente Ateneu),Fui à procura no meu arqivo, só encontrei o documento que transcrevo... A intenção é tentar entender, se temos complexos de inferioridade por estarmos ou sermos de Vila Franca , ou não temos identidade para nos afirmarmos e temos de viver à sombra do nome da capital. Mas o que me parece é que os Vilafranquenseses nada têm a ver com o assunto...

DELIBERAÇÃO

SOBRE
TRANSMISSÃO DE ALVARÁ PARA O EXERCÍCIO DE RADIODIFUSÃO SONORA DE “RÁDIO ATENEU – ATENEU ARTISTICO VILAFRANQUENSE” PARA “SOCIEDADE PAIVIMO – EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS, LDA”


(Aprovada na reunião plenária de 06.FEV.02)





1 – Em 18 de Outubro de 2001, deu entrada na Alta Autoridade para a Comunicação Social (AACS), um pedido de transmissão do alvará para o exercício de radiodifusão sonora, denominado “Rádio Ateneu”, na frequência de 88.2 MHz do Concelho de Vila Franca de Xira, de que é titular Rádio Ateneu – Ateneu Artístico Vilafranquense, a favor de “Sociedade Paivimo – Empreendimentos Imobiliários, Ldª.”, para, de acordo com o disposto na alínea b) do artº. 4º da Lei nº 43/98, de 6 de Agosto, ser concedida a devida autorização.



2 - A AACS, para cumprimento desta sua atribuição, analisou, de acordo com o estipulado no Decreto-Lei nº 130/97, de 27 de Maio, os seguintes documentos:



2.1 – Da entidade transmitente, Rádio Ateneu – Ateneu Artístico Vilafranquense:



a) Requerimento a solicitar a autorização de transmissão de alvará, para o exercício de radiodifusão sonora;

b) Cópia da Acta da Assembleia Geral Extraordinária da sociedade da Rádio Ateneu – Ateneu Artístico Vilafranquense, de 20 de Agosto de 2001, em que consta a autorização de transmissão do alvará para a entidade adquirente;

c) Cópia do alvará para o exercício de radiodifusão sonora, no Concelho de Vila Franca de Xira de 09 de Maio de 1989;

d) Cópia da licença radioeléctrica para serviço de radiodifusão sonora, passada pelo Instituto de Comunicações de Portugal, para emitir em FM, na frequência de 88.2 MHz;



2.2 – Da entidade adquirente, Sociedade Paivimo – Empreendimentos Imobiliários, Ldª:



a) Cópia dos respectivos estatutos;

b) Cópia do cartão de pessoa colectiva;

c) Declarações de que a adquirente e cada uma das pessoas singulares que a integram não detêm participação em mais de cinco operadores de radiodifusão sonora;

d) Estudo de viabilidade económica e financeira;

e) Linhas gerais de programação, mapa dos programas a emitir e do respectivo horário;

f) Estatuto editorial.



3. Da análise dos referidos elementos, conclui-se que:



3.1 – A Rádio Ateneu – Ateneu Artístico Vilafranquense, deseja transmitir o seu alvará que detém há mais de 3 anos, para a Sociedade Paivimo – Empreendimentos Imobiliários, Ldª”, pelo que se encontra preenchido o requisito temporal estabelecido no nº 1 do artigo 15º do Decreto-Lei nº 130/97, de 27 de Maio;



3.2 –.A Sociedade Paivimo – Empreendimentos Imobiliários, Ldª, é uma pessoa colectiva, satisfazendo assim o exigido pelo disposto no nº 1 do artigo 2º do Decreto-Lei acima referido.



3.3. – A Sociedade Paivimo – Empreendimentos Imobiliários, Ldª, e os seus associados não detêm participação em mais de cinco operadores de radiodifusão, respeitando assim o referido no nº 1 do artigo 3º do citado Decreto-Lei.



3.4. –A Sociedaee Paivimo – Empreendimentos Imobiliários, Ldª, propõe-se, emitir 24 horas diárias e de acordo com as linhas gerais de programação mais divulgadas, esta inclui, designadamente, informação local regional geral, espaços musicais, desportivos e recreativos, nos termos previstos nos nºs 1 e 2 do artigo 12º-B da Lei nº 2/97, de 18 de Janeiro.



3.5.- A grelha de programas que se propõem emitir, as linhas gerais de programação e o respectivo horário são ajustados a este tipo de operador.



3.6.- De acordo com o seu estatuto editorial, a Sociedade Paivimo – Empreendimentos Imobiliários, Ldª, a emitir com a denominação de “Rádio Ateneu”, assume-se como uma emissora independente, que promoverá o respeito pelos princípios da ética e deontologia e pela boa fé dos ouvintes, pautando-se pelo rigor, pluralismo e isenção informativa, cumprindo assim com o estabelecido no nº 4 do artigo 8º da Lei nº 2/97, de 18 de Janeiro.



3.7. – Analisado o estudo de viabilidade económico-financeiro apresentado verifica-se que estão satisfeitas as condições tidas como necessárias à viabilização do parecer favorável desta Alta Autoridade.



4. - Nestes termos, a Alta Autoridade para a Comunicação Social, analisado o processo relativo ao pedido de transmissão do alvará para o exercício de radiodifusão sonora, da Rádio Ateneu – Ateneu Artístico Vilafraquense, a favor de Sociedade Paivimo – Empreendimentos Imobiliários, Ldª, delibera, de acordo com o disposto na alínea b) do artigo 4º da Lei nº 43/98, de 6 de Agosto, e nos termos do Decreto-Lei nº 130/97, de 27 de Maio, autorizar a transmissão do referido alvará, do Concelho de Vila Franca de Xira, que emite em FM, na frequência de 88.2 MHz.





Esta deliberação foi aprovada por unanimidade com votos a favor de Fátima Resende (Relatora), Juiz-Conselheiro Armando Torres Paulo (Presidente), José Garibaldi (Vice-Presidente), Artur Portela, Sebastião Lima Rego, Joel Frederico da Silveira, Maria de Lurdes Monteiro, Jorge Pegado Liz, Carlos Veiga Pereira e José Manuel Mendes.





Alta Autoridade para a Comunicação Social

em 06 de Fevereiro de 2002





O Presidente,





Armando Torres Paulo
Juiz-Conselheiro






Quarta-feira, 11 de Maio de 2005
Vila Franca de Xira pode ser útil!

c2.bmp A Hipoterapia , uma actividade que pode ajudar a nossa sociedade.


Vila Franca não está perdida para o mundo no referente ao seu desenvolvimento, e no aproveitamento dos seus recursos naturais, a hipoterapia pode e deve ser, em primeiro lugar, um modo de ajuda à população, e no sector económico, mais um aproveitamento do cavalo, centros hipicos, criadores e demais activos na àrea, para um segmento de mercado sem referência na região e sendo que local mais próximo para ser ministrada a hipoterapia é em Lisboa, reverte-se numa oportunidade a não desperdiçar.


Hipoterapia é uma modalidade de tratamento com ajuda do cavalo e está destinada a indivíduos com deficiência. O cavalo, no seu movimento normal e a passo, produz movimentos para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita, para a frente e para trás, digamos tridimensionais, que são muitos similares ao movimento humano e que se encontram alterados nas crianças com problemas motores. Quando a criança monta, são-lhe oferecidos benefícios terapêuticos devido à transmissão de movimentos, continuamente, entre o cavalo e o cavaleiro.


A Hipoterapia surgiu em 458 – a. C., conforme relata um documento de Hipócrates de Loo que refere no seu “Livro das Dietas” que a equitação “regenera a saúde e preserva o corpo humano” afirmando ainda que “a equitação praticada ao ar livre faz com que os músculos melhorem o seu tonus.”


Há ainda registo das recomendações de Galeno (130-199d.C). médico do Imperador Marco Aurélio, que recomenda o uso da equitação para que ele ganhe autoconfiança.


O curioso é que o abade Charles Castel (1734) e Samuel T. Quelmalz , médico alemão, criaram uma máquina equestre, e com a qual tentavam reproduzir os movimentos do cavalo, já denotavam então, a importância dada à pratica da equitação.


Joseph C. Tissot em 1782 , estudou igualmente a equitação aprofundadamente.


Em 1901, em Inglaterra, uma patrona do Hospital Ortopédico de Oswentry , levou os seus cavalos para lá , com a finalidade de quebrar a monotonia do tratamento dos mutilados na guerra dos Boers. E assim foi aplicada a primeira aplicação da hipoterapia em contexto hospitalar.


No ano de 1917, durante a I Grande Guerra, o Hospital Universitário de Oxford utiliza a prática equestre com objectivos identicos: de quebra de monotonia e tratamento.


Em 1952 Liz Hartel, praticante de equitação , com 24 anos, arrebata uma medalha de prata nos Jogos Olimpicos, depois de aos 16 anos sofrer de Poliomielite, mas não desistiu do seu desporto favorito. Só no decorrer da entrega das medalhas, onde teve de se apoiar em duas canadianas para se dirigir ao pódio, é que o público se apercebeu da sua deficiência.


 A Drª. Collette Picart Trintelin, em 1972, na Universidade de Paris, defende a sua tese de Doutoramento em medicina, em reeducação equestre.


A hipoterapia reflecte actividades com uma experiência dinâmica a nível motor, sensorial e social, e um meio de reabilitação importante para diferentes patologias, tais como:


Paralisia cerebral


Espásticos


Atetósicos


Hipotónicos


Spina Bífida


Hemiplegia e paraplegia Traumatismo craniano Deficiência Mental Outras patologias de origem genética.




Sexta-feira, 29 de Abril de 2005
SEVILHA PORTUGUESA? E PORQUE NÂO, VILA FRANCA DO MUNDO?

cnet.bmp


António Ferreira P. Palha


Casa Agríc. Quinta da Foz


Herdeiros de José A. Pereira Palha


Herdeiros José Henriques Casquinha


J. Teixeira Casquinha H.


Maria L. Valença Rodrigues


Palha Blanco


Rex & Lee Henry


Soc. Agríc. da Estrela


Vitor Manuel V. Mendes


Vitor Vieira dos Santos


Esta é lista uma criadores de cavalos lusitanos com sede ou base em vila franca de Xira, que o site cavalonet publica. É apenas uma curiosidade, mas pensando na nossa economia, até em comparação com outros exemplos internacionais, valorizar, dar ênfases aos nossos agentes económicos, sejam de que sector for, ou dimensão, entendo de importância. O cavalo lusitano, enquanto produto endógeno nacional é não só uma riqueza natural, como também uma base que desencadeia outros negócios, sejam eles ligados ao desporto, à saúde (na recuperação de crianças com problemas psíquicos, por exemplo), turismo, artefactos, arreios, selas, indumentária, calçado, etc. Vila franca de Xira foi, continua a ser uma imagem, que não deve ser de saudade, mas de incrementar futuros, com "folclore", mas sobretudo pensando no desenvolvimento e na criação de riqueza, baseada, na sua imagem cultural. PORQUE NÃO, a criação de um núcleo, "industrial", de "artesanato", o que entenderem, virado para esse nicho de mercado, que é o do CAVALO LUSITANO?


Terei de ir a Badajoz, comprar uma cela portuguesa? E um fato curto a Estremoz, umas botas a Almeirim, uma... etc., e Vila Franca, a das "toiradas", a da "Restauração" vive das suas recordações de outras eras, de ouro, é certo, mas...SEVILHA PORTUGUESA? E PORQUE NÃO, VILA FRANCA DO MUNDO?


 Temos ou não temos identidade própria?


 Retenho os exemplos de economias locais, que devidamente protegidas, promovidas, incentivadas, vieram a incrementar novos negócios e novos empregos....Mas ainda existem em Vila Franca de Xira homens que pensam o futuro? É claro que sim...




Quinta-feira, 28 de Abril de 2005
Coisas bonitas e fortes que nunca esquecemos: as Mães e os 1ºs de Maio sem sabres
mae.bmp

Sem dúvida que nunca esquecerei a minha mãe que se levantava às seis da manhã e só conseguia ir para a cama por vezes à meia-noite. Porque tinha de lutar, trabalhar para que a economia caseira não entrasse em ruína. Alheia aos factos políticos, mal saía de casa no 1º de Maio, porque lhe diziam que não era bom, que havia confusão e a GNR estava atenta... Ainda recordo a correria dos alunos da sede da Escola Industrial, com a cavalaria bélica atrás. Escondido no vão das escadas via-os passar como se de um filme se trata-se. Vinha-me a consciência maior quando ia esperar o meu pai, que vinha da Companhia das Lezírias, com a lancheira na mão, subtilmente, mas de cabeça erguida rompia pelo largo da Câmara de Vila Franca de Xira, eu tremia com receio da fúria dos "donos dos cães", mas o meu pai, esse herói de todos os tamanhos, de sorriso confiante, envolvia-me com o abraço que nenhum cavalo armado pode desmembrar. Nunca o brilho dos sabres me ofuscou a lembrança. Lembro sempre a minha mãe, e a Primavera que Abril trouxe para que em Maio todos os trabalhadores saboreassem e discutissem livremente as suas causas.


____________________________________________________________

Visitem o Blog da http://viajarnosonho.blogs.sapo.pt/ - é bom saber que ainda à gente assim!


publicado por JC às 19:58
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2005
"Mundos”, uma História Contemporânea como o 25 de Abril

Em 13 de Dezembro de 2004, na Biblioteca Municipal de Alverca, foi apresentada pelo editor Jorge Fragoso da Palimage Editores , e pelo historiador Aniceto Afonso, a obra literária MUNDOS. A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, apoiou a edição, à data o Vereador, Francisco Vale Antunes e o Director do Departamento de Cultura, Turismo e Actividades Económicas, representaram a edilidade no evento. Foi assim deixada para o futuro mais uma obra de grande importância  para o conhecimento da nossa história recente e ao mesmo tempo, fazer marcas no conhecimento,não deixando esquecer o passado. A oportunidade de nesta data (25 de Abril) lembrarmos a obra é tão só um contributo para a divulgação da mesma e relembra o que de bom existe na nossa cidade.


O historiador Aniceto Afonso refere a propósito da obra: "O mundo novo é apenas uma terra redescoberta onde habitamos e temos esperança, onde nos movemos e participamos. Pelo caminho ficou um herói de uma madrugada de magia. E foram ficando depois outros heróis, que são os heróis dos dias das nossas vidas. Ser Homem ou ser Cavalo não é uma grande diferença. A diferença, a grande diferença, está em ser livre ou não ser livre. Mundos é sobretudo isso - um hino à Liberdade..."


A propósito da obra José Jorge Letria referiu: "Neste “Mundos” cabem vários mundos, os do tempo real e os da reflexão sobre os lugares e as pessoas em que assenta a identidade de uma história que se desdobra em várias histórias. Mas este, é também, um livro que reflecte sobre esta realidade – memória colectiva que se chama Portugal: “Estranho País e Mundo este, que tão mal julga os homens e permite que se condenem os seus heróis, mantendo-os no esquecimento das recordações tardias, ténues e longinquamente inacessíveis. A todos eles, resta-lhes porém a justiça da História. A História é lenta a julgar, mas é justa nas sentenças”. A amargura da constatação dá lugar à esperança na justiça da história. “Mundos” fala de momentos de uma História Contemporânea como o 25 de Abril, intercalando nesse registo histórico percursos e vidas individuais, sempre de uma forma original e engenhosa. São estas, razões de sobra para que se assinale o aparecimento deste texto, com a regularidade de ter dois autores, sendo um deles – Norberto Elias – homónimo de um dos maiores sociólogos do século XX. Fique, pois, o leitor atento aos mundos narrados que fazem de “Mundos” um livro a ler."




Segunda-feira, 18 de Abril de 2005
O "25 de Abril " não é um bicho papão
bandeira_vfx.bmp
Temos uma história, temos a lição da mesma, o 25 de Abril não é um bicho papão ou motivo de vergonha e escárnio que por vezes os “emergentes”, nos querem transmitir. Muitos cometeram erros, muitos cometeram proezas. Mas todos saímos ganhadores, vem aí o dia da Liberdade , que com ele venha também a análise do Portugal de hoje, e o que os portugueses querem para ele, hoje e sempre. Os homens e mulheres do meu pais estarão capazes de vencer o “sistema”?

Deixo o recorte histórico da sessão de 18 de JULHO de 1975 da Assembleia da República onde chegou uma moção de apoio ao MFA emitida pela antiga Escola Industrial da cidade:

“ Da Escola Industrial e Comercial de Vila Franca de Xira foi recebida uma moção, que refere:

O pessoal auxiliar da Escola Industrial e Comercial de Vila Franca de Xira, reunido no dia 10 de Julho de 1975, dá o seu apoio incondicional à institucionalização da aliança Movimento das Forças Armadas com as massas populares, aprovada na última assembleia de delegados do MFA, cientes de que a defesa e dinamização, na actual fase, passam pela realização das seguintes tarefas:
a) Fomentar a participação revolucionária das massas populares;
b) Defender a revolução dos ataques das forças reaccionárias;
c) Vencer a batalha da economia.
Mais repudiam posições das forças reaccionárias pela tentativa de afastamento de forças progressistas do Governo Provisório.
Repudiam também a ingerência da Assembleia Constituinte no processo revolucionário, exigindo a dissolução da mesma e a formação de uma assembleia popular.
Viva o MFA!
Viva o Conselho da Revolução!
Pela dissolução da Assembleia Constituinte!
Pela formação de uma assembleia popular!
Pelo reforço da aliança povo-MFA!”



Quinta-feira, 14 de Abril de 2005
Vila Franca não ficou atrás das outras cidades ligadas aos novos meios de comunicação
posi.bmp Vila Franca não ficou atrás das outras cidades ligadas aos novos meios de comunicação e quem quiser pode aceder à internet, enviar mail´s e até obter diploma na área. Em baixo transcrevemos a notícia do ESPAÇO INTERNET de VILA FRANCA DE XIRA, que se situa na Av. Pedro Victor: Notícias Diploma de Competências Básicas em Tecnologias de Informação. Pode obter o seu Diploma de Competências Básicas no Espaço Internet em Vila Franca de Xira - Avª Pedro Vitor, nº 21 A. Telefone 263 27 28 10 (+info)


publicado por JC às 12:24
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